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A partir de 2016, os Estados membros terão de recolher 45 toneladas de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE) por cada 100 toneladas de materiais electrónicos colocados à vendas durante os três anos que antecedem essa data. Em 2019, o objetivo traçado subirá para 65 toneladas, ou os Estados membros podem optar por recolher 85% do total de REEE gerados. Segundo dados oficiais, cerca de um terço dos REEE são tratados adequadamente. A Comissão Europeia diz que a legislação vigente aponta para um objetivo de 4 quilos de REEE por pessoa, isto é, cerca de 2 milhões de toneladas por ano, cerca de 10 milhões de toneladas geradas anualmente na UE. A nova lei, que actualiza a directiva de 2003 sobre REEE, dá a 10 Estados membros até 2021 para alcançar os novos objectivos, de maneira a melhorar as facilidades da deposição de resíduos. A nova legislação obrigará as grandes superfícies comerciais de venda de materiais electrónicos a aceitar resíduos de pequenos electrodomésticos dos clientes, tais como telemóveis, mesmo que estes clientes não pretendam adquirir materiais de substituição. Já em relação aos monstros como as máquinas de lavar, os fabricantes serão responsáveis pela sua reciclagem. A nova directiva a aprovar pelos 27 Governos da UE em breve, deverá entrar em vigor em 2014. Fonte - www.bbc.co.uk read more → Resíduos para valorização aumentam em 2011 quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012 11:24:44 by Rita Teves Os Munícipes dos concelhos de Lagoa, Ponta Delgada, Povoação, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, produziram menos resíduos em 2011. Apenas a recolha seletiva assiste a um crescimento da ordem dos 2%, com o papel/cartão a assumir maior expressão. A Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Ilha São Miguel recebeu menos 6% de resíduos sólidos urbanos no ano passado, com os Municípios de Lagoa, Povoação, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo a registarem taxas de crescimento negativas, sendo a Ponta Delgada o único concelho a registar uma subida de 1%. Ao todo (resíduos sólidos urbanos de recolha indiferenciada, seletiva e resíduos industriais banais) foram 82.666 toneladas de resíduos que deram entrada na ETRS, menos 5.265 toneladas que em 2010. O decrescimento da entrada de resíduos a que se assiste no ano que findou está directamente relacionado com o contexto económico desfavorável que afeta a ilha, com repercussões claras no consumo. Ainda em 2010, a quantidade de resíduos per capita atingia 690 toneladas - a maior da última década -, caindo para 640 toneladas no ano transacto. É portanto a recolha seletiva que acaba por assumir um papel determinante na evolução de resíduos para valorização, verificando-se um incremento de 2%, demonstrativo da sua consolidação entre a população mais atenta à importância da reciclagem por via da redução dos custos de produção que tal implica, a par do desperdício de energia, salvaguardando, por seu turno, os recursos esgotáveis do Planeta. Isto é, são mais 258,23 toneladas de resíduos recicláveis por comparação ao mesmo período homólogo de 2010. A Associação de Municípios da Ilha de São Miguel prossegue o trabalho de sensibilização ambiental que enceta desde 2003, considerando-o essencial na obtenção de resultados em matéria de valorização/ reciclagem, com sinais positivos das populações na separação de resíduos que agora se conhecem. Neste momento, decorre a segunda fase da campanha “Separe o lixo com cuidado e da sua porta será levado!” que se estenderá ao longo dos próximos seis meses. Apelar a uma cidadania participativa nas questões ambientais, aderindo ao novo sistema de recolha selectiva porta a porta, é o objetivo da sensibilização em curso. read more → Subida recorde das emissões de dióxido de carbono segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012 11:37:48 by Rita Teves Pesquisas recentes apontam para uma subida vertiginosa das emissões de dióxido de carbono pela queima de combustíveis fósseis nos últimos 20 anos, dando ao Mundo muito menos hipóteses de evitar as alterações climáticas perigosas. A matéria foi o centro das atenções na reunião que decorre esta semana em Durban, África do Sul, no encontro da Organização das Nações Unidas para o Clima. As perspectivas de um novo tratado global estagnaram com profundas divisões entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Certo é que pouco foi alcançado nos últimos anos na redução dos riscos das mudanças climáticas, enquanto se impõe ainda um grande esforço ao nível das energias renováveis, cujo aproveitamento está muito aquém das expectativas. Enquanto não se alcança um consenso, as hipóteses de manter a temperatura global sobe para menos de 2 Cº, acima dos níveis pré-industriais – o que os cientistas consideram como o limite de segurança -, ou seja, para além do qual a mudança climática torna-se catastrófica e irreversível. Certo é que urge um novo tratado até 2020, sob pena de vir a ser tarde demais para resolução do problema, adverte Corinne Led Quérè, directora do Centro Tyndall para a Pesquisa sobre as Alterações Climáticas da Universidade de East Anglia, a não ser que sejam adotadas fortes medidas até lá. Alguns Governos e conselheiros políticos defendem por outro lado uma abordagem assente num sistema de reduções voluntárias de emissões empreendidas pelos Governos e indústrias, provavelmente mais eficaz que propriamente um tratado. No entanto, os esforços para reduzir as emissões têm tido pouco impacto fora da Europa, onde as emissões diminuíram com sucesso. No ano passado, as emissões de queima de combustíveis aumentaram 5,9%, elevando o aumento total desde 1990 para 49%, o ano de referência para cálculo de emissões sob o Protocolo do Quioto, uma taxa média de crescimento de cerca de 3,1% ao ano. Com a crise económica a afetar os países desenvolvidos, os especialistas esperavam que servisse de oportunidade para estes investirem em infra-estruturas de baixo carbono, o que não sucedeu. Por outro lado, estão crentes de que “a transição para uma economia verde nunca pareceu mais atraente”, advoga Julia Steinberger, professora de Economia Ecológica no Instituto de Investigação Sustentável da Universidade de Leeds. Fonte - Guardian read more → Segunda fase da campanha na rua segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012 5:27:07 by Rita Teves “Separe o lixo com cuidado e da sua porta será levado!” é o mote da campanha de sensibilização ambiental que a Associação de Municípios da Ilha de São Miguel está a levar a cabo desde Dezembro de 2011, entrando neste momento naquela que é a segunda fase operacional. Em cada um dos Municípios da área de intervenção da AMISM – Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo -, estão expostos os outdoors com a imagem da campanha que pretende apelar as famílias à separação de resíduos em casa, agora com a facilidade de recolha à porta pelas Câmaras Municipais. Mas não é só aderir ao novo regime de recolha selectiva porta a porta que é importante. Importa também proceder à correta separação, sob pena dos contaminantes inviabilizarem a sua posterior valorização, e depositar os materiais para reciclagem no horário correto, pois as Autarquias têm os dias específicos para a recolha das embalagens, dos vidros, do papel/cartão e dos resíduos indiferenciados. Todos os cidadãos devem por isso consultar as Juntas de Freguesia da sua área de residência caso tenham dúvidas, evitando assim confusões na recolha de resíduos, potenciando assim a valorização dos materiais separados. Nesta fase, a AMISM prepara-se igualmente para avançar com a sensibilização junto dos estabelecimentos de ensino do primeiro ciclo, mais concretamente junto da classe docente, essencial na transmissão de valores às crianças e jovens, futuros Homens, atentos a questões fundamentais como o Ambiente Sustentável. As escolas têm sido aliás o palco privilegiado da AMISM para o desenvolvimento das campanhas de sensibilização ambiental, considerando-as parceiras essenciais no processo de mudança comportamental sobretudo junto da sua esfera relacional. A AMISM dá desta forma corpo a mais uma campanha próxima das populações, atenta à adesão coletiva no que toca à responsabilidade ambiental, empenhada nos objetivos definidos pela União Europeia em matéria da valorização de resíduos, ciente que só é possível atingir as metas com a participação de todos nesta missão read more → Prevenção de resíduos no Ano Novo quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011 5:55:37 by Rita Teves Passagem de ano, mais uma data a assinalar em família e amigos, propícia a acumulação de resíduos em casa. Por isso, nada como apostar na sua prevenção. Ou seja, na redução do consumo. Se planear com antecedência também evitará o desperdício. Assim, ganhamos todos e o Planeta! Nunca é demais relembrar que deve começar por evitar a produção de resíduos pela ocasião da compra, desde a quantidade ou volume de embalagens - privilegiando os produtos de tamanho familiar -, à aquisição estrita dos produtos necessários, aos próprios sacos de plástico em que são acondicionadas as compras. Opte por usar sacos reutilizáveis, de preferência de pano, ou por um trolley para as compras. Se ainda não começou a separar os resíduos em casa, aproveite este novo ano para adotar novos estilos de vida, mais saudáveis e ecológicos! Separar para reciclar e/ou reutilizar é uma atitude responsável para com o nosso Planeta e os nossos filhos! Hoje os Municípios de Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, dão a facilidade de recolher as embalagens e o papel/cartão à porta de casa. Vai ver que ao promover a selecção dos resíduos, terá menos lixo a encaminhar para Aterro Sanitário. Esteja atento aos dias da recolha selectiva no seu concelho e faça a separação com cuidado, evitando assim os contaminantes que possam inviabilizar a valorização dos resíduos recicláveis. Separe o lixo com cuidado e da sua porta será levado! AMISM - proteger o Ambiente é a nossa Natureza! read more → 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Older Entries >>
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O Parlamento Europeu aprovou nova legislação com vista a redução de deposição de materiais eletrónicos tais como telemóveis, computadores e televisores em aterro sanitário.
A partir de 2016, os Estados membros terão de recolher 45 toneladas de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE) por cada 100 toneladas de materiais electrónicos colocados à vendas durante os três anos que antecedem essa data. Em 2019, o objetivo traçado subirá para 65 toneladas, ou os Estados membros podem optar por recolher 85% do total de REEE gerados. Segundo dados oficiais, cerca de um terço dos REEE são tratados adequadamente.
A Comissão Europeia diz que a legislação vigente aponta para um objetivo de 4 quilos de REEE por pessoa, isto é, cerca de 2 milhões de toneladas por ano, cerca de 10 milhões de toneladas geradas anualmente na UE.
A nova lei, que actualiza a directiva de 2003 sobre REEE, dá a 10 Estados membros até 2021 para alcançar os novos objectivos, de maneira a melhorar as facilidades da deposição de resíduos.
A nova legislação obrigará as grandes superfícies comerciais de venda de materiais electrónicos a aceitar resíduos de pequenos electrodomésticos dos clientes, tais como telemóveis, mesmo que estes clientes não pretendam adquirir materiais de substituição. Já em relação aos monstros como as máquinas de lavar, os fabricantes serão responsáveis pela sua reciclagem.
A nova directiva a aprovar pelos 27 Governos da UE em breve, deverá entrar em vigor em 2014.
Fonte - www.bbc.co.uk
Os Munícipes dos concelhos de Lagoa, Ponta Delgada, Povoação, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, produziram menos resíduos em 2011. Apenas a recolha seletiva assiste a um crescimento da ordem dos 2%, com o papel/cartão a assumir maior expressão.
A Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Ilha São Miguel recebeu menos 6% de resíduos sólidos urbanos no ano passado, com os Municípios de Lagoa, Povoação, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo a registarem taxas de crescimento negativas, sendo a Ponta Delgada o único concelho a registar uma subida de 1%.
Ao todo (resíduos sólidos urbanos de recolha indiferenciada, seletiva e resíduos industriais banais) foram 82.666 toneladas de resíduos que deram entrada na ETRS, menos 5.265 toneladas que em 2010.
O decrescimento da entrada de resíduos a que se assiste no ano que findou está directamente relacionado com o contexto económico desfavorável que afeta a ilha, com repercussões claras no consumo. Ainda em 2010, a quantidade de resíduos per capita atingia 690 toneladas - a maior da última década -, caindo para 640 toneladas no ano transacto.
É portanto a recolha seletiva que acaba por assumir um papel determinante na evolução de resíduos para valorização, verificando-se um incremento de 2%, demonstrativo da sua consolidação entre a população mais atenta à importância da reciclagem por via da redução dos custos de produção que tal implica, a par do desperdício de energia, salvaguardando, por seu turno, os recursos esgotáveis do Planeta. Isto é, são mais 258,23 toneladas de resíduos recicláveis por comparação ao mesmo período homólogo de 2010.
A Associação de Municípios da Ilha de São Miguel prossegue o trabalho de sensibilização ambiental que enceta desde 2003, considerando-o essencial na obtenção de resultados em matéria de valorização/ reciclagem, com sinais positivos das populações na separação de resíduos que agora se conhecem.
Neste momento, decorre a segunda fase da campanha “Separe o lixo com cuidado e da sua porta será levado!” que se estenderá ao longo dos próximos seis meses. Apelar a uma cidadania participativa nas questões ambientais, aderindo ao novo sistema de recolha selectiva porta a porta, é o objetivo da sensibilização em curso.
Pesquisas recentes apontam para uma subida vertiginosa das emissões de dióxido de carbono pela queima de combustíveis fósseis nos últimos 20 anos, dando ao Mundo muito menos hipóteses de evitar as alterações climáticas perigosas.
A matéria foi o centro das atenções na reunião que decorre esta semana em Durban, África do Sul, no encontro da Organização das Nações Unidas para o Clima. As perspectivas de um novo tratado global estagnaram com profundas divisões entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Certo é que pouco foi alcançado nos últimos anos na redução dos riscos das mudanças climáticas, enquanto se impõe ainda um grande esforço ao nível das energias renováveis, cujo aproveitamento está muito aquém das expectativas.
Enquanto não se alcança um consenso, as hipóteses de manter a temperatura global sobe para menos de 2 Cº, acima dos níveis pré-industriais – o que os cientistas consideram como o limite de segurança -, ou seja, para além do qual a mudança climática torna-se catastrófica e irreversível.
Certo é que urge um novo tratado até 2020, sob pena de vir a ser tarde demais para resolução do problema, adverte Corinne Led Quérè, directora do Centro Tyndall para a Pesquisa sobre as Alterações Climáticas da Universidade de East Anglia, a não ser que sejam adotadas fortes medidas até lá.
Alguns Governos e conselheiros políticos defendem por outro lado uma abordagem assente num sistema de reduções voluntárias de emissões empreendidas pelos Governos e indústrias, provavelmente mais eficaz que propriamente um tratado. No entanto, os esforços para reduzir as emissões têm tido pouco impacto fora da Europa, onde as emissões diminuíram com sucesso.
No ano passado, as emissões de queima de combustíveis aumentaram 5,9%, elevando o aumento total desde 1990 para 49%, o ano de referência para cálculo de emissões sob o Protocolo do Quioto, uma taxa média de crescimento de cerca de 3,1% ao ano.
Com a crise económica a afetar os países desenvolvidos, os especialistas esperavam que servisse de oportunidade para estes investirem em infra-estruturas de baixo carbono, o que não sucedeu. Por outro lado, estão crentes de que “a transição para uma economia verde nunca pareceu mais atraente”, advoga Julia Steinberger, professora de Economia Ecológica no Instituto de Investigação Sustentável da Universidade de Leeds.
Fonte - Guardian
“Separe o lixo com cuidado e da sua porta será levado!” é o mote da campanha de sensibilização ambiental que a Associação de Municípios da Ilha de São Miguel está a levar a cabo desde Dezembro de 2011, entrando neste momento naquela que é a segunda fase operacional.
Em cada um dos Municípios da área de intervenção da AMISM – Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo -, estão expostos os outdoors com a imagem da campanha que pretende apelar as famílias à separação de resíduos em casa, agora com a facilidade de recolha à porta pelas Câmaras Municipais.
Mas não é só aderir ao novo regime de recolha selectiva porta a porta que é importante. Importa também proceder à correta separação, sob pena dos contaminantes inviabilizarem a sua posterior valorização, e depositar os materiais para reciclagem no horário correto, pois as Autarquias têm os dias específicos para a recolha das embalagens, dos vidros, do papel/cartão e dos resíduos indiferenciados. Todos os cidadãos devem por isso consultar as Juntas de Freguesia da sua área de residência caso tenham dúvidas, evitando assim confusões na recolha de resíduos, potenciando assim a valorização dos materiais separados.
Nesta fase, a AMISM prepara-se igualmente para avançar com a sensibilização junto dos estabelecimentos de ensino do primeiro ciclo, mais concretamente junto da classe docente, essencial na transmissão de valores às crianças e jovens, futuros Homens, atentos a questões fundamentais como o Ambiente Sustentável.
As escolas têm sido aliás o palco privilegiado da AMISM para o desenvolvimento das campanhas de sensibilização ambiental, considerando-as parceiras essenciais no processo de mudança comportamental sobretudo junto da sua esfera relacional.
Passagem de ano, mais uma data a assinalar em família e amigos, propícia a acumulação de resíduos em casa. Por isso, nada como apostar na sua prevenção. Ou seja, na redução do consumo. Se planear com antecedência também evitará o desperdício. Assim, ganhamos todos e o Planeta!
Nunca é demais relembrar que deve começar por evitar a produção de resíduos pela ocasião da compra, desde a quantidade ou volume de embalagens - privilegiando os produtos de tamanho familiar -, à aquisição estrita dos produtos necessários, aos próprios sacos de plástico em que são acondicionadas as compras. Opte por usar sacos reutilizáveis, de preferência de pano, ou por um trolley para as compras.
Se ainda não começou a separar os resíduos em casa, aproveite este novo ano para adotar novos estilos de vida, mais saudáveis e ecológicos! Separar para reciclar e/ou reutilizar é uma atitude responsável para com o nosso Planeta e os nossos filhos!
Hoje os Municípios de Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, dão a facilidade de recolher as embalagens e o papel/cartão à porta de casa. Vai ver que ao promover a selecção dos resíduos, terá menos lixo a encaminhar para Aterro Sanitário.
Esteja atento aos dias da recolha selectiva no seu concelho e faça a separação com cuidado, evitando assim os contaminantes que possam inviabilizar a valorização dos resíduos recicláveis.
Separe o lixo com cuidado e da sua porta será levado!
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