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Grande Final das VI Eco-olimpíadas na Ribeira Grande

 

Esta manhã as Piscinas Municipais da Ribeira Grande foram palco da Grande Final das VI Eco-olimpíadas. São seis equipas das Escolas Básicas Integradas da Maia, Gaspar Frutuoso e Ruy Galvão Carvalho estiveram em competição, num total de 36 crianças.
Trata-se de uma iniciativa do Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil em parceria com a Ecoteca da Ribeira Grande que pretende questionar a realidade, fornecendo informações adequadas e propondo uma aprendizagem ambiental, contribuindo assim para uma progressiva consciencialização e mudança de atitudes para um melhor ambiente.
A Associação de Municípios da Ilha de São Miguel esteve presente na entrega de prémios aos participantes das VI Eco-olimpíadas que foram brindados com pulseiras, bonés, ecopontos, lápis e porta lápis.

Crianças aprendem os benefícios da Reciclagem

Mais de uma centena de crianças das Escolas Básicas 1/ Jardim de Infância da Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, foram postas à prova nos últimos dias, no Jogo da Reciclagem que a Associação de Municípios da Ilha de São Miguel tem transportado aos vários estabelecimentos de ensino da sua área de influência desde Janeiro de 2011.

A iniciativa insere-se na campanha 2010 – 2011 “Embale Esta Ideia” que se encontra na recta final, cujo desfecho coincide com as comemorações do Dia Mundial do Ambiente que se assinalou a 5 de Junho, com o objectivo de despertar os mais novos para a importância da reciclagem em protecção do meio Ambiente.
As crianças destes estabelecimentos de ensino, com idades compreendidas dos 3 aos 9 anos de idade, ficaram a conhecer quais os benefícios da reciclagem, incidindo no correcto recurso do ecoponto amarelo, o que é um aterro sanitário, e quais os materiais que não podem ser reciclados.
Esta semana, a AMISM esteve na EB1 / JI Professor Teotónio Machado de Andrade, contando com a participação da vereadora da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, Nina Pinto, que dirigiu algumas palavras a mais de uma dezena de crianças do 1º ciclo.

 

 

Ribeira Grande, 9 de Junho de 2011
 

AMISM assinala Dia Mundial do Ambiente nas Escolas

 

A Associação de Municípios da Ilha de São Miguel vai desenvolver um conjunto de acções de sensibilização em escolas da sua área de intervenção entre 3 e 7 de Junho, em celebração do Dia Mundial do Ambiente.
A campanha 2010 – 2011 “Embale Esta Ideia” vai estar em quatro estabelecimentos do ensino básico na Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo, contando com a presença dos respectivos Autarcas, alertando as crianças para a importância da reciclagem em prol do desenvolvimento sustentável do Planeta Terra.
A grande aposta da AMISM para o presente ano incide precisamente na sensibilização dos mais novos para a deposição de resíduos no ecoponto amarelo, permitindo a reciclagem dos materiais, protegendo assim os recursos naturais e a sua delapidação.
“Respeitar o Ambiente é a nossa Natureza” é o lema da AMISM que leva muito a sério a sua missão na gestão dos resíduos sólidos na ilha de São Miguel, assumindo um papel interventivo junto da sociedade, não podendo deixar despercebida uma data importante como a do Dia Mundial do Ambiente.
Esta acção encerra a campanha de sensibilização que a AMISM está a realizar nas escolas do ensino básico destes quatro concelhos desde Janeiro de 2011, transmitindo uma mensagem de boas práticas ambientais a cerca de 12 mil crianças.

AMISM acaba de adjudicar obras de remodelação

 A Associação de Municípios da Ilha de São Miguel acaba de adjudicar as obras de remodelação de armazéns e construção de uma área social na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos de São Miguel, com o objectivo de melhorar as condições da triagem dos resíduos para reciclagem.

A beneficiação dos quatro armazéns de triagem da ETRS, gerida pela AMISM, decorre da necessidade de resposta ao aumento da recolha selectiva porta a porta que se tem vindo a registar desde Janeiro de 2011.
Ao mesmo tempo as obras permitirão uma melhoria significativa das condições de trabalho, essenciais na garantia da segurança e saúde dos colaboradores, aspectos que a AMISM considera fundamentais.
Recorde-se que só no primeiro trimestre de 2011 assistiu-se a aumento de 125,9% na recolha de papel, plástico e vidro, nos Municípios de Lagoa, Ponta Delgada, Ribeira Grande e Vila Franca do Campo.
A obra foi adjudicada pelo valor de 119. 760 € e será comparticipada pelo Programa Operacional dos Açores para a Convergência - ProConvergência.
Ribeira Grande, 31 de Maio de 2011

 

Um terço de alimentos produzidos no Mundo vai para o lixo todos os anos

 

Milhares de milhões de toneladas de comida são perdidas ou desperdiçadas todos os anos, de acordo com estudo da Organização Alimentar e Agrícola das Nações Unidas. O relatório da agência aponta que reduzir as perdas em países em desenvolvimento pode ter um impacto imediato e significativo junto dos pobres.
Concretamente, 1,3 mil milhões de toneladas de comida são perdidas ou desperdiçadas devido essencialmente a ineficiência da rede da cadeia de distribuição alimentar, segundo o relatório baseado numa investigação do Instituto Alimentar e Biotecnologia da Suécia.
De acordo com o estudo, os países industrializados e em desenvolvimento desperdiçam ou perdem geralmente a mesma quantidade todos os anos, ou seja, entre 670 e 630 milhões de toneladas respectivamente.
Mas enquanto os países ricos desperdiçam comida ao nível do consumidor, a principal questão que se coloca nos países em desenvolvimento são as perdas de alimentos devido às fracas infra-estruturas, incluindo o pobre armazenamento, processamento e embalamento que enfraquecem a capacidade de manter a frescura dos produtos. Perda alimentar significa perder dinheiro para os pequenos agricultores e preços elevados para consumidores pobres nos países em desenvolvimento, conforme o relatório das Nações Unidas.
A média dos desperdícios dos consumidores europeus e norte americanos situa-se entre os 95 e 115 quilos por ano, sobretudo de fruta e vegetais. Já a contrastar, a média de um consumidor de África Subsariana, sul da Ásia ou sudeste da Ásia, desperdiça apenas entre 6 a 11 quilos. O estudo diz ainda que em países em desenvolvimento, a pobreza e os rendimentos limitados fazem com que seja inaceitável o desperdício alimentar e que os consumidores pobres com baixos rendimentos geralmente compram pequenas quantidades de géneros alimentos.
O desperdício de comida pelos consumidores em países ricos (222 milhões de toneladas) é praticamente igual a toda a produção de alimentos em África Subsariana (230 milhões de toneladas).
O relatório argumenta que a solução passa por reduzir a confiança nos retalhistas como os grandes supermercados, o que poderá ajudar no corte do desperdício de comida no norte, sugerindo a promoção da venda directa pelos produtores agrícolas aos consumidores. Assim encoraja os retalhistas e instituições de caridade a trabalharem em conjunto, distribuindo os produtos que não são vendidos mas em condições de consumo, que de outra forma acabariam no lixo.
Segundo o estudo, a chave para os países em desenvolvimento reside em fortalecer a rede de cadeia de distribuição alimentar, exortando ao investimento em infra-estruturas e transportes, juntamente com uma maior atenção ao processamento de alimentos, armazenamento e embalagem.
Enquanto os preços da comida baixaram ligeiramente em Março do corrente ano – após oito meses de sucessivos aumentos – o custo global da comida em Abril era 36% mais elevada que no ano transacto. O preço dos cereais, do milho e soja atingiram níveis nunca vistos desde 2008, quando uma crise global alimentar despoletou revoltas em todo o mundo em desenvolvimento.
No mês passado, o Banco Mundial viria a anunciar que os preços em alta da comida empurraram mais 44 milhões de pessoas para a pobreza extrema, e o Presidente do Banco Mundial, Roberto Zoellick, acrescenta que mais cerca de 10 milhões de pessoas cairão para um escalão abaixo de 1,25 dólares por dia, linha de pobreza extrema, a menos que se accionem medidas imediatas com vista a aumentar o fornecimento de comida.
No entanto, o relatório da OAA adianta: “A produção alimentar deve aumentar claramente e significativamente de modo a corresponder a necessidades futuras de uma população mundial crescente. Num mundo com limitados recursos naturais (terra, água, energia e fertilizantes), e onde estão ainda por encontrar soluções de custo efectivo para produzir suficientemente alimentos seguros e nutritivos para todos, reduzir as perdas de alimentos não deve ser uma prioridade esquecida”.
Fonte: Resource Recovery Forum

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