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A Agencia Internacional de Energia da OCDE editou um ponto de situação sobre o assunto supra mencionado que pode ser consultado em www.iea.org .

Em 2003 o fornecimento de energia teve as seguintes fontes:

  • Petróleo 34,4%
  • Carvão 24,4%
  • Gás 21,2%
  • Nuclear 6,5%
  • Renováveis 13,3%, dos quais 10,6% são combustíveis renováveis e lixo, 2,2% é hidro e 0,5% divide-se por ondas0,0005%, vento 0,051%, solar 0,039% e geotermia 0,416%

Enquanto em 2003 a energia renovável produziu 1400 Mtoe espera-se que em 2030 atinja 2300 Mtoe, o que significa um crescimento de 60%. (Mtoe – Milhões de toneladas equivalentes a petróleo).

Para obter mais informações sobre energia ver http://renewables.iea.org

  

As economias da China e da Índia têm apresentado nos últimos anos crescimentos verdadeiramente espectaculares. A esse crescimento económico corresponde o surgimento de uma classe média com poder aquisitivo e necessidades de consumo que obedecem a padrões semelhantes aos que antes só se viam no mundo Ocidental.

Estima-se que a China tenha uma classe média de novos consumidores com 400 milhões e a Índia com 240 milhões o que são valores muito importantes. Basta ver que a população total dos EUA é de 299 milhões de habitantes e a população mundial é de 6,5 mil milhões de habitantes. Ou seja, entraram no mercado do consumo em poucos anos 10% da população mundial. Espera-se que esta população e a de mais 17 países em desenvolvimento como são os casos do Brasil, Indonésia, México, Turquia e Rússia dobrem o seu rendimento no espaço de uma década. Isto significa que estamos a assistir ao maior crescimento económico mundial da história.

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Em Julho de 2006 a AMISM enviou para reciclagem 314 toneladas de vidro, valor superior ao total enviado no ano 2005. O plástico atingiu as 42 toneladas em 2006 contra um total de 45 toneladas em 2005. Os envios para reciclagem têm vindo a sofrer uma profunda transformação, aumentando fortemente as quantidades de embalagens e papel e reduzindo as áreas onde vão entrando operadores privados como é o caso dos pneus, sucatas e óleos minerais.

  

Foi publicado o Relatório do Estado do Ambiente Inglês. A leitura dos dados mostra um grande crescimento entre 1999 e 2003 das quantidades de resíduos enviadas para reciclagem e um pequeno aumento da quantidade dirigida à recuperação de energia, por contrapartida de uma expressiva redução da quantidade depositada em aterro e uma pequena redução de resíduos recuperados por outros processos.

Já no que diz respeito à produção total de resíduos, assiste-se a um aumento significativo que contraria as perspectivas e objectivos inscritos nos planos de gestão de resíduos e mostra a ineficácia das acções de sensibilização para a redução da produção de resíduos, especialmente os associados à actividade da construção civil.

  

MAKING LIFE CYCLE INFORMATION AND INTERPRETATIVE TOOLS AVAILABLE é o nome do relatório que a Comissão Europeia acaba de divulgar.

Este relatório pretende articular a análise do ciclo de vida do produto com a Política Integrada do Produto que mereceu uma comunicação da Comissão em 2003.

O que se propõe é muito simplesmente que ao longo de toda a cadeia produtiva, que transforma sucessivamente matérias-primas em produtos intermédios e posteriormente em bens de consumo ou de produção, os impactos ambientais sejam reduzidos ou anulados.

Claro que uma visão integrada e articulada das cadeias produtivas, de “fio a pavio” ajuda a obter resultados mais palpáveis, até porque muitas vezes a questão não está em fazer melhor mas em fazer diferente. Esta perspectiva está de acordo com a reengenharia do produto que tanto sucesso teve nos anos 90 e que continua a ser aplicada a processos industriais.

A implementação destas politicas de produto reduzem os impactos ambientais mas, quase sempre reduzem também os custos de produção, o que as torna muito facilmente populares, principalmente nos sectores sujeitos a grande concorrência. Sendo ferramentas que permitem melhorar

  

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